sábado, 23 de fevereiro de 2019

nao faz falta dizer que sou apaixonada pelos indios e sua cultura e descobri que a cidade onde cresci tem o nome de origem indigena



O nome Borborema é originário do termo tupy ybymbore'yma, significa "terra sem habitantes", "yby = terra" + "mbora = povo" + "e'yma = sem". 

Borborema, município no estado da Paraíba (Brasil), localizado na Região Geográfica Imediata de Guarabira. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2009 sua população era estimada em 5.186 habitantes. Área territorial de 26 km².
Município de Borborema
Vista parcial da cidade

Vista parcial da cidade


Bandeira indisponível
Brasão de Borborema
Bandeira indisponível Brasão
Hino
Aniversário 12 de novembro
Fundação 18 de Maio de 1959
Gentílico borboremense
Prefeito(a) Gilene Cândido da Silva Leite Cardoso (PTB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Borborema
Localização de Borborema na Paraíba
Borborema está localizado em: Brasil
Borborema
Localização de Borborema no Brasil
06° 48' 03" S 35° 37' 33" O
Unidade federativa Paraíba
Região intermediária
Região imediata
Região metropolitana Guarabira
Municípios limítrofes Bananeiras (norte); Pirpirituba (leste); Serraria; Solânea (oeste)[2]
Distância até a capital 132 km
Características geográficas
Área 25,984 km² [3]
População 5 111 hab. IBGE/2010[4]
Densidade 196,7 hab./km²
Altitude 368 m
Clima tropical chuvoso com verão seco (brejo de altitude)]][5]
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,6 médio PNUD/2000[6]
PIB R$ 22 291,182 mil IBGE/2008[7]
PIB per capita R$ 4 330,07
IBGE/
2008

HistóriaEditar






Art. 1° - É criado o município de Borborema. Com seguintes limites:
- Município de Bananeiras partindo do ponto onde o Riacho Bananeiras penetra em Pirpirituba onde na margem esquerda deste mesmo riacho e por ela seguindo até a cachoeira do roncador; prossegue daí em linha reta até o cruzamento da linha férrea Pirpirituba-Borborema, com a linha férrea no lugar de samambaia, prosseguindo por esta linha férrea até a fecularia do Dr. José Amâncio, onde seguem em linha reta a antiga estação ferroviária de Manitú, continuando desta também em linha reta até encontrar com a divisa do município de solânea passando entre as casas sedes do engenho Canafístula e Câmara. Art. 9° - A presente Lei entrará em vigor no dia 1° de Novembro de 1959. Sendo fica facultado que a data de emancipação política desta não é 1° de novembro. O primeiro prefeito nomeado pelo governador do estado foi o Sr. Antônio Costa.
Prefeita Atual: Gilene Cândido da Silva Leite Cardoso, ocupou o cargo no ano de 2017.

Situação econômicaEditar

As atividades econômicas estão concentradas em três setores:
  1. Agricultura – Baseada no cultivo de várias espécies especificamente para a subsistência. As principais culturas são: o feijão,milho, mandioca, banana e algumas frutas e hortaliças. No entanto a produção de banana merece destaque uma vez que vários produtores escoam a produção para várias cidades: Natal (RN), Nova Cruz (RN), Mari (PB) dentre outras, o que gera vários empregos informais que vai do cultivo a comercialização, gerando renda a população. Outro fator é o artesanato da fibra da bananeira, onde artesãos transformam a fibra em váriovários objetos ornamentais e de uso comum além de embalagens para bebidas. Os produtos sempre estão expostos nas feiras artesanais patrocinadas pelo Governo da Paraíba.
  2. Pecuária- Voltada para a criação de bovinos, caprinos e aves para o abate e consumo local.
  3. Comércio - Centrado na compra e venda de produtos e mercadorias para consumo.O município conta com pequenas casas comerciais como padarias,mercadinhos, lojinhas, farmácias,etc, que atende a população local.


Política
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Em 2012 os eleitores escolheram a primeira mulher para comandar o Poder Executivo: Maria Paula Gomes Pereira (Paula Maranhao) que é esposa do ex-prefeito José Maranhão. Curiosidade foi o vice-prefeito eleito em 2008 passou a apoiar Paula Maranhão fazendo uma dobradinha PSL/PMDB derrotou o esquema do ex-prefeito Rei. Assumiu o cargo em 2013, mesmo sendo eleita pelo PSL filiou-se ao PSB demonstrando total apoio ao governador do Estado. Ja nas eleições de 2008 foi reeleito o senhor José Renato Eduardo dos Santos (Rei) do PMDB e os vereadores: Neuma de Fátima Leite Cardoso dos Santos, Joseilto da Costa Maranhão, José Robério dos Santos Costa, Edilson da Silva Beserra, Laécio Maia de Farias, Abelardo Targino da Fonseca Neto, Paula Frassinett Leite Sousa Ferreira, Ailton Maia Lucena e Eronides Pereira de Andrade, tendo como presidente da casa Severino Leite Ramalho, vereador José Robério dos Santos Costa. Os prefeitos que sucederam no comando de Borborema foram:
1º- Antonio Barbosa da Costa (prefeito nomeado)
2º- Arlindo Rodrigues Ramalho (1º prefeito eleito pelo voto direto)
3º- Aristeu Uchoa Pinto
4º- Arlindo Rodrigues Ramalho
5º- José Florêncio de Lima
6º- José Amâncio Ramalho Júnior
7º- Severino Maria do Nascimento
8º- José Amâncio Ramalho Júnior
9º- José da Costa Maranhão
10º- José da Costa Maranhão (até
18 de novembro de 2004, afastado por improbidade administrativa por ordem do MM. Juiz de Direito da Comarca de Bananeiras - PB), o vice-prefeito: José Renato Eduardo dos Santos assumiu de 18/11 até 31 de dezembro de 2004.
11º- José Amâncio Ramalho Júnior (até
7 de agosto de 2006 quando veio a falecer), assumiu desde então o vice-prefeito: José Renato Eduardo dos Santos.
12º- José Renato Eduardo dos Santos.
13º- Maria Paula Gomes Pereira
[
7]
14º- Gilene Cândido da Silva Leite Cardoso
Realiza no mês de janeiro a melhor festa de São Sebastião da região.

Bananeiras paraiba

Bananeiras paraiba E uma cidade do brejo paraibano rica em cultura cheia de historias e lendas uma terra bonita de uma gente pacata um clima agradavel gente simpática e umas vistas impresionante com muito verde e arquitetura antiga.
Tambem conhecida como rota do frio faz parte de uma rota turística onde se pode desfrutar do clima ameno da cidade.
uma das muitas curiosidades de Bananeiras e a igreja de nossa senhora do livramento santa milagrosa digo em nome propio que fui uma das afortunadas de um milagre dessa santa.
minha bisavo dizia que BANANEIRAS foi construida em cima de um vulcao.motivo pelo qual morria de medo de ir nessa cidade dizia que ia afundar nunca entendi bem essa historia pensei que era mais um dos causos que contava dona avelina que era uma boa contadora de historias tanto da familia nossa como dela e algún dignos de livros dona avelia era uma senhora de uma memoria extraordinaria,contava coisas e detalhes de historias passadas com riqueza de detalhes que me podia imaginar tudo que me dizia.
fui investigar um pouco da geografia da regiao e achei curioso realente a geografia do local,logo conversei com alguns amigos que entendem do assunto.e masi o menos o resultado e:a d. avelina tinha razao BANANEIRAS parece ter sido construida em uma zona vulcanica mais precisamente na cratera motivo pelo qual as terras seriam tao ferteis.Deixando claro que e um vulcao extito.parabens d. avelina alem de filosofa sabia quanta razao a senhora tinha
https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Bananeiras

O Mistério da Pedra da Gávea - Parte I


Talvez nenhuma montanha brasileira conserve tantas lendas e mistérios em torno de si. O imenso bloco de granito que se ergue abruptamente do mar, no Rio de Janeiro, impressiona por sua imponência e por sua beleza estranha, derivada de sua inusitada forma parecida com uma grande bigorna, moldada por um lado à maneira de uma face humana, com barbas, voltada para o quadrante Norte.
Localizada no bairro de São Conrado, no Rio de Janeiro, a 43o 30’ WG de Longitude e na Latitude de 22o 50’, a Pedra da Gávea forma os contrafortes da Serra Carioca, em privilegiada localização à beira mar, atingindo 842 m. acima do nível do mar. Estende-se como uma meia lua, de Sudoeste a Nordeste, até a linha imaginária que separa seu corpo principal da famosa “cabeça”, formando quase um ângulo de 90°.


Local de onde aproximadamente se encontram as inscrições feníceas


Mas, à parte de suas belezas naturais, alguns detalhes de suas íngremes escarpas começaram, já a partir das primeiras décadas do século XIX, a intrigar observadores mais atentos e atrair a atenção de estudiosos e cientistas. Quase em seu topo, na porção que corresponderia à “têmpora” direita da conhecida “cabeça” que muitos associaram à figura do Imperador Pedro II, alguns traços mais regulares, formando sulcos e figuras, com as dimensões médias de 15 metros por 4 cada um, aguçaram a curiosidade de todos.
Algumas teorias e várias expedições foram organizadas para desvendar o mistério. Um relatório, elaborado por um religioso e entregue a D. João VI, falava da existência dos traços como sendo caracteres idiomáticos, e que os mesmos “poderiam ser oriundos do descobrimento do Brasil, e, como tal, de relevada importância histórica”.
Em 23 de março de 1839, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, em sua 8a. sessão extraordinária, deliberou que a Pedra da Gávea deveria ser minuciosamente analisada e ordenou a averiguação in loco dos tais caracteres. Uma expedição foi então organizada, da qual participaram os historiadores Manoel de Araújo Porto Alegre e J. Cunha Barbosa e, como não poderia deixar de ser, o capelão imperial J. Rodrigues Monteiro. Descrevendo a Pedra da Gávea como “uma das montanhas do litoral do Rio de Janeiro, ao sul da Barra, possuindo uma inscrição com caracteres fenícios, já há muito destruídos pelo tempo e que revelam grande antigüidade”, a verdade começava a sobressair por detrás dos véus... Esse relatório, repleto de comparações que incluem Pitágoras, Anaxágoras e outros filósofos, mostra que a comissão, nesta primeira análise, “viu as inscrições” e viu também “uns sulcos gravados pela natureza”. O jornal “O GLOBO”, 130 anos depois, questionou esta expedição, indagando “se a comissão havia escalado a Pedra ou se tinha se limitado a examiná-la através de binóculos”...


O resultado da expedição do Instituto Histórico e Geográfico terminou por transmitir a idéia errônea de que os caracteres eram obra da natureza. Antes de Cabral, ninguém! é o pensamento vigente...
Passou-se o tempo. Veio o século XX. Enquanto os sábios de nossa enfatuada ciência dormiam tranqüilos sobre suas teses incontestáveis, no âmbito da Sabedoria Oculta, e, portanto, não oficial, tudo era muito diferente... A História que a história não conta, seguindo seu curso impavidamente, começava a instigar as mentes daqueles que não se contentam apenas com as teorias oficialmente reconhecidas.
A maior contribuição para o desvendamento do mistério viria em 1928, quando o sábio amazonense Bernardo da Silva Ramos publicou o livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, especialmente do Brasil. Trata-se de uma obra monumental, em dois volumes e cerca de 1100 páginas, com a reprodução das inscrições encontradas de Norte a Sul de nosso país, pelo próprio Ramos e outros arqueólogos, repletas de caracteres fenícios, gregos, árabes e até chineses.
Quem poderia desautorizar um Bernardo Ramos, cognominado pelo Prof. Henrique José de Souza como o "Champolion brasileiro" ? Ramos confirmou que os caracteres eram fenícios, aqui reproduzidos com sua tradução para o hebraico, sua transliteração para letras do alfabeto português, e a interpretação de seu significado. Seu trabalho sobre a Pedra da Gávea conforma o Capítulo XIV do primeiro volume de sua grandiosa obra, o maior e mais minucioso levantamento arqueológico já feito por um cientista em nosso país.
Em 1931, excursionistas brasileiros organizaram uma expedição em busca do túmulo de um rei fenício que teria desaparecido em 850 A.C. Algumas escavações foram feitas amadoristicamente, sem nenhum resultado. Em 1933, um clube carioca de montanhismo organizou uma gigantesca excursão, obtendo o recorde de 85 pessoas no topo da Pedra da Gávea, onde o professor de história Alfredo dos Anjos proferiu uma interessante palestra sobre a “Cabeça do Imperador” e suas origens.
Em 1961, foi realizado um trabalho arqueológico considerado “sério” pelos moldes científicos. O Instituto de Arqueologia Brasileira levou 13 pesquisadores ao topo da montanha, liderados pelo então presidente daquela instituição, o Prof. Claro Calazans Rodrigues. Não é preciso dizer que as conclusões a que chegou a expedição descartavam qualquer hipótese de presença fenícia.
Transcrição das inscrições fenícias na Pedra da Gávea, do livro de Bernardo Ramos. Na primeira fileira, como as letras estão dispostas na Pedra. Abaixo, os caracteres isolados. Em seguida, a tradução para o hebraico e a transliteração para o português. Finalmente, a tradução final.
Localização das inscrições, na "têmpora" direita da "cabeça".




Segundo Bernardo Ramos, a tradução da frase fenícia é:
“TYRO PHENICIA, BADEZIR, PRIMOGÊNITO DE JETHBAAL”
Posteriormente, esta tradução foi corrigida pelo insigne Prof. Henrique José de Souza para:
“TYRO PHENICIA, JETHBAAL, PRIMOGÊNITO DE BADEZIR”.
Em realidade, JETH-BAAL ou YET-BAAL, nome que se refere a uma dupla de irmãos “gêmeos”, como veremos adiante, era ou eram filhos primogênitos de BADEZIR, e não o contrário.


Observação: Estaremos continuando este post na próxima atualização, para que não fique demasiadamente grande e cansativo...