quarta-feira, 15 de agosto de 2012

deuses e deusas

Adit (hindu) Mãe de Adytas, Mitra e Varnuak, Aditi significa, literalmente, "livre de laços" . Não há dúvida de que a expressão se refere ao céu infinito, que é o domicílio de seus "filhos": o sol, alua, a noite e o dia. Aditi é o céu, o ar, todos os deuses, as cinco nações, é o passado e o futuro. Afrodite (grega) Deusa do amor, tanto no que tem de mais nobre quanto de degradado. Na sua origem foi também a Deusa da fertilidade. A lenda conta que é a filha de Zeus e Dione, mas a tradição homérica criou outra história bem mais interessante para seu nascimento: quando Cronos castrou o pai, Urano, jogou seus órgãos genitais no mar. Eles flutuaram, formaram uma espuma branca e dela saiu Afrodite, a essência da beleza feminina. Amaterasu (japonesa) Deusa do Sol, a lenda conta que Amaterasu nasceu do olho de Izanagi e é adorada tanto como um corpo celestial quanto como divindade espiritual, e também como ancestral da família imperial. Ambika (hindu) é um aspecto da Deusa Kali. É chamada de "Pequena mãe" e considerada a geradora, localizando-se junto a outras deusas que personificam vários aspectos da divindade. Ambika tem o lado destruidor que aparece em suas batalhas contra os demônios. Ananke (grega) Chamada também de Necessidade, ela é mãe das Parcas. O Fuso da necessidade repousa em seu colo. Angeborda (nórdica) Deusa escandinava gigante, tem três filhas: a cobra gigante, a que traz o fim do mundo e a rainha da morte. Anu (celta) Os deuses celtas na Irlanda são frequentemente chamados de Povo da deusa Danu, mas isso não significa que ela tenha dado à luz todos. A Deusa Anu (ou Ana) era confundida com ela. Anu foi uma antepassada primitiva. Ariadne (grega) Filha de Minos, Ariadne foi trazida por Teseu para Creta e abandodada. Ela dormiu á beira da água, em Naxos, e, quando acordou e percebeu que Teseu fora embora, pôs-se a chorar. Dionísio a viu, casou-se com ela, pouco depois tiveram três filhos. É ela que conduz os seres humanos através do labirinto. Arinrhod (britânica) Filha de Don, mãe de Llew, Arianrhod tem o aspecto da Iniciadora. Artemis (grega) A Caçadora, a princípio era uma divindade agrícola, adorada especialmente na Arcadia. Artemis é deusa da caça e da floresta, seu caráter é lunar e ela é representada como uma jovem virgem. Astarte (babilónica) Seus ritos envolviam o oferecimento da virgindade das jovens a estranhos. Astarte personificou o mais belo dos corpos celestes, o planeta Vénus. Deusa do amor e da guerra, é raramente mencionada. Atena (grega) Patrona de Atenas, foi objecto de um culto especial. Adorada como deusa da guerra, das artes, da paz e da inteligência prudente. Nos primórdios de se culto, era venerada como noite de tempestade e tinha um culto meteorológico. Atropos (grega) Atropos era uma da Moiras (terminologia grega), chamadas de Parcas pelos romanos. Para Homero, representava o destino individual, do qual nenhum mortal escapa. As Parcas eram em número de três e filhas da noite. Era Atropos quem media o fio da vida. Bagala (hindu) Protectora, ela é uma das Dasa - Mahavidya. Destrói as formas negativas e é representada com cabeça de garça. Baubo (grega) A energizadora Baubo era conhecida por sua irreverência e maus modos. Quando ofereceu uma bebida especial que tinha preparado para Deméter e esta recusou, fez gestos obscenos para a deusa, que achou muita graça, ao invés de se zangar. Beltia (babilônica) Era "A Senhora", reinando nos céus. Seus adoradores a exaltavam, dizendo que ela estava acima de todos os deuses e tinha a capacidade de aliviar sofrimentos, dar vida, alegria e prazer. Bhairavi (hindu) Umas das Dasa-mahavidyas, Bhairavi é outro nome pelo qual Parvati, a personificação do "poder"de Shiva, é conhecida. O nome dessa deusa tem um adendo: a terrível. Ela está sempre ligada ao poder, à destruição e ao sangue, embora tenha aspectos da Preservadora e da Criadora de Tudo. Bona Dea (romana) Ela é a "A Boa Deusa", patrona dos ritos femininos. Seu culto era administrado pelas vestais virgens e só era frequentado por mulheres. Brígida (irlandesa) Foi frequentemente confundida e portanto, encarada, como a deusa tripla. Sua adoração difundiu - se mais do que a de Anu e sobreviveu no cristianismo como Santa Brígida (ou Brida). Parece provável que ela tenha sido uma divindade que encarnava o conceito e a figura da deusa-mãe. Brígida era protectora da cura, do artesanato e da poesia. Cailleach (celta) A deusa céltica tem um aspecto sombrio, o que não a impede de se metamorfosear numa linda mulher quando deseja agradar o homem amado. Mas que ele se acautele, pois ela sempre que o domínio, o poder. Ceres (romana) Ceres veio da Campanhia, mas seu templo era em Roma. Paradoxalmente, seu templo e ritos eram gregos. Deusa da agricultura, protegia plantações e oferecia fartas colheitas. Ceridwen (britânica) Na lenda celta, Cerridwen é chamada de A Mulher Sombria do Conhecimento. Tem grande habilidade em mudar de forma e guarda aspectos da Iniciadora e da Tecelã. Cessair ( irlandesa) é considerada uma antepassada primitiva, tem o aspecto de Preservadora, sua cor é verde e seu símbolo o navio. Chinnamasta (hindu) Uma das Dasa - Mahavidyas, também Varjayogini, Chinnamasta é Iniciadora, domina o conhecimento tântrico e possui elementos altamente destruidores em seus aspectos. Cibele ( traciana) Etimologicamente, Cibele é a Deusa das cavernas. Personificava a terra em seu aspecto primitivo e selvagem e era adorada no alto das montanhas. é uma grande mãe, dada sua ligação com o fornecimento do alimento. Cipactli (mexicana) Criadora, essa deusa mexicana existiu, originalmente, sob a forma de um monstruoso jacaré nadando no espaço. Quando duas serpentes divinas cortaram seu corpo em pedaços, a parte de baixo transformou-se na terra, enquanto a parte de cima, no céu. Circe (grega) Filha de Helios, foi, mais provavelmente, a deusa do amor aviltado. Circe era muito conhecida por ses feitiços e encantamentos. Casada com o rei dos samarcianos, envenenou seu marido e foi morar numa ilha. Circe tem o aspectos de Tecelã e muda de forma. Clotho (grega) É uma das Moiras (ou Parcas, segundo os romanos), também responsável pelo destino humano, sendo aquela que fia a Linha da Vida. Daena (persa) é a desafiadora, com quem as almas dos mortos têm que se encontrar antes de passar pela ponte que definirá se irão para o céu ou para o inferno. Dakini (tibetano) é chamada de "dançarina do céu" , e considerada a divindade feminina da meditação. A luz do arco-íris é associada à meditação com as dakinis. Danu (irlandesa) Antepassada primitiva, Danu te os aspectos da Criadora de Tudo, sua cor é o preto e seu símbolo é a Via Láctea. Deusa dos Celtas na Irlanda - os deuses eram chamados de Povo da Deusa Danu, embora ela não tivesse dado à luz todos eles, mas o título mostrava sua força e importância. Dasha Mahavidyas (hindu) ou as Dez Grandes Sabedorias da Deusa Kali. Podem aparecer sobre terríveis formas. Deméter (grega) Representava o solo fértil e cultivado. Sua maior importância entre os gregos deveu-se à sua figura de mãe, embora seu carácter original, de mãe terra, tenha sido preservado em certas regiões da Grécia. Mãe de Perséfone, rainha do Mundo Subterrâneo, Deméter estendeu sua influência através da filha. Sempre permaneceu em contacto com os mortais a quem concedeu os benefícios da civilização. Devi (hindu) Termo hindu para designar "Deusa" . Dhatisvari (hindu) dakini da "sabedoria cristalina", governadora do oriente e da água. Dhumavati (hindu) é uma das Dasa-Mahavidyas, e tem o aspecto da Desafiadora. Diké (grega) é a deusa da justiça e embora um dos mitos contados sobre ela diga que foi exilada na constelação de Virgo, o poeta romano Virgílio manifestou o desejo e a necessidade de sua volta à terra para corrigir as injustiças. Donzela do Graal (Céltica/Medieval) A portadora do Graal, a que traz alegria. Donzelas do milho (americanas) As Donzelas do Milho são seis irmãs que dançam para que haja fartura. Fazem parte das lendas dos índios Pueblo, constando como doadoras de grãos e da sabedoria. Dorje (tibetana) dakini. Ver a deusa Dhatisvari. Durgha (hindu) Aspecto de Parvati. Durgha é uma das grandes Protectoras da mitologia hindu. Dzalarhons (índios americanos) É a guardiã dos tesouros terrestres e fica furiosa quando vê a destruição da natureza. Mesmo assim, é Energizadora e Protectora Eirene: (grega) Filha de Themis e Zeus, é a deusa da justiça. Ereshkigal (sumeriana) Rainha do mundo subterrâneo. Erínias (gregas) As Erínias eram as vezes chamadas de "cães do Hades". Eram divindades infernais, cuja missão especial era punir os parricidas e aqueles que violavam seus juramentos. Quando um crime era cometido numa família, apareciam imediatamente, e, por isso, ficaram conhecidas como guardiãs das leis terrenas. As erínias eram tão rigorosas no castigo que perseguiam o criminoso até o mundo subterrâneo, para além, portanto, da própria morte. Estanelehi (índios americanos) Ver "Mulher transformadora" . Eumênides (grega) Significa "as bondosas", é um dos nomes usados pelas Enírias. Eumonia (grega) Significa "a ordem legal" e faz parte do aspecto da Medidora. Eva (semítica) Eva significa, segundo a escritura hebraica, "a mãe de todos os seres vivos". Ela guarda o aspecto da energizadora. Freya (nórdica) Irmã do Deus Freyr, ela tem uma rica casa em Asgard, onde recebia heróis derrotados com um incrível banquete. Foi na verdade a primeira das Valquírias e sua suprema comandante. Adorava jóias e enfeites e era considerada a Deusa do amor. Gaia (grega) Deusa da terra. Seu aspecto é o da criadora. Hathor (egípcia) Uma espécie de fada, que às vezes aparecia no nascimento de uma criança. Pertencia a um grupo de sete ou até nove jovens e suas predições - às vezes favoráveis e às vezes não - nunca falhava. Hathor é também Mantenedora, Rainha do Mundo Subterrâneo e oferece o encanto. Hecate (grega) Divindade do Mundo Subterrâneo, Hecate era, em sua origem, uma deusa lunar. Nascida na Trácia parecia-se, de alguns formas, com Artemis. Poderosa no céu e na terra, Hecate dava riqueza, triunfo e sabedoria. Cuidava da prosperidade e da navegação. Hel (nórdica) Rainha do Mundo Subterrâneo. Hera (grega) Foi, originalmente, rainha do céu, a virgem celestial. Casada com Zeus, vivia às turras com ele. Presidia todas as fases da existência feminina. Venerada no cume das montanhas, Hera tinha cinco ouseis templos e era representada sentada num trono, com um ceptro na mão direita. Foi considerada a grande patrona das mulheres e rainha dos deuses. Hestia (grega) A palavra grega "hestia" significa "a terra, o lugar onde a casa e fogo doméstico são mantidos" . A dificuldade que o homem primitivo tinha de encontrar fogo explica porque ela era tão venerada. Além do mais, era em torno da lareira que a família se reunia e sua força era tão grande que, quando um dos memebros ia embora, formar um novo lar, levava consigo um pouco do fogo de Hestia. Posteriormente, quando as cidades começaram a se formar, seu fogo era levado a público, e o costume simbólico foi mantido. Horae (grega) A palavra grega da qual Horae deriva seu nome significa "um período de tempo que pode ser aplicado igualmente ao ano, às estações do ano e às horas do dia". Estes diferentes significados influenciaram as sucessivas concepções de Horae. Primeiro, foram divindades de carácter meteorológico, encorajando o amadurecimento das frutas e favorecendo a colheita. Depois, passaram a presidir a ordem que havia na natureza, tornou-se, por conseguinte, as guardiãs da natureza, tornando-se, por conseguinte, as guardiãs da natureza e exercendo influência não só física, mas também moral. Inanna (sumeriana) Deusa do amor, da guerra. Iris (grega) Mensageira. Isis (egípcia) Grande Mãe, feiticeira e libertadora. Kali (hindu) Deusa com os aspectos de Energizadora, criadora e destruidora. Uma das Dasa-Mahavidyas. Kalwadi (australiana) Figura amplamente importante nos ritos iniciatórios. A grande vocação maternal da Deusa é patente, pois ela presta serviços de babá para engravidar de novo das crianças de quem cuida. Kamala (hindu) Uma das Dasa-Mahavidyas, A Que Dá Poder. Kausiki (hindu) Aspecto guerreiro de Kali. Khando (tibetana) Ver Dakini. Kurukulla (hindu) é a protectora da sabedoria. Seu aspecto é o da Desafiadora. Kwan Yin (chinesa/japonesa) Chamada de "Ouvinte das Súplicas", Kwan Yin concede iluminação suprema a seus devotos e promete a libertação deixando os canais mentais livres para novas percepções e a criatividade. Lachesis (grega) Ela é uma das Moira, irmã de Atropos e a responsável pelo corte do fio da vida. Lakshmi (hindu) Mulher de Vishnu e exemplo de beleza feminina, Lakshmi ou Sri, como às vezes é chamada, é a deusa da fortuna e da prosperidade. Como tal, segura seu símbolo tradicional, o lótus, numa de suas quatro mãos. Lekyi (tibetana) Dakini, ver Samaytara. Leto (grega) Deusa que protege o parto, que dá inspiração. Levanah (semítica) A fase escura da lua, aspecto da Mediadora. Controla o fluxo e o refluxo das marés. Lillith (semítica) Primeira mulher de Adão, antes que ele se casasse com Eva. Posteriromente, foi considerada rainha dos dem6onios. Sua personagem é bastante controvertido e totalmente rejeitado em círculo religiosos ortodoxos do Ocidente. Locana (hindu) Daquini de todo o "espaço abrangente", governante do centro do vácuo. Luna (romana) A Lua. Maat (egípcia) é descrita como uma mulher que está de pé ou ajoelhada. Na cabeça, usa uma pena de avestruz, que é um ideograma de seu nome: verdade ou justiça. Era a deusa da lei, verdade e justiça. Filha querida e confidente de Ra esposa de Thot, o juiz dos deuses. Macha (irlandesa) Deusa que morre de parto e amaldiçoa os homens de Ulster, desejando que eles sintam a fraqueza da mulher ao dar á luz por quatro dias e cinco noites, durante nove gerações. Tem também o aspecto da Mediadora. Machig Lapdron (tibetana) é uma salvadora, uma xamã. Maeve (irlandesa) Rainha de Connacht, da guerra e do amor sexual. Mamaki (hindu) Dakini de "toda a sabedoria enriquecedora", soberana do sul e da terra. Matangi (hindu) Uma das Dasa-Mahavidyas, a Eneergizadora. Medusa (grega) Juíza, também guerreira. Este aspecto seu está ligado a Atena. Mensageira do Graal (Céltica/Medieval) a companheira e desafiadora da Busca. Metis (grega) "Conselho Prudente". Minerva (romana) Deusa da Sabedoria. Mnemosine (grega) Deusa da Memória, mãe das musas, padroeira das recordações. Modron (britânica) "Mãe",padroeira da sabedoria que foi perdida, recordações. Moirae (grega) As Moiras eram o correspondente grego de "As Parcas" (o destino) que são as três: Clotho, Lachesis e Atropos. Morgen (britânica) Também chamada de Morgana, aquela que cura, a que consegue mudar as formas. Morrighan (irlandesa) Deusa da guerra e também aquela que tira a morte e cura doenças. Musas (gragas) Irmandade de nove partes de artes, ciências e artesanato. O termo ficou até hoje e, quando um poeta se refere a sua "musa inspiradora", está falando dessa irmandade que se tornou substantivo. Neith (egípcia) Guardiã dos mistérios escondidos, também apresenta o aspecto de Tecelã. Nemesis (grega) é a deusa da vingança, da desforra. Para ela, é preciso sempre dar o troc a quem nos faz mal. Nerthus (germânica) é a mãe terra, mas, ao mesmo tempo, é aquela que tira. Oxum (nigeriana) Deusa das águas, que refresca e revigora. Faz parte dos cultos afro-brasileiros. Oya (africana) Simboliza as estações do nao. Como aspecto, traz o da Energizadora. Pandasravasini (hindu) Dakini de "sabedoria discriminatória", governante do Oeste e do Fogo. Pandora (grega) Energizadora. Parcas (grega, romana, nórdica) Título das Moiras e das Nornas. Parvati (hindu) é também chamada de Shakti. Traz em si o aspecto da energizadora e da tecelã. Pema (tibetana) Dakini. Ver Pandar-avasini. Pirra (romana) Ancestral primitiva. Radha (hindu) Deusa da abundância, do amor, que tem êxtase sensoriais profundos e os favorece. Ragnell (britânica, medieval) é a entidade que doa a soberania, e tem como aspecto a Desafiadora. Rhea (grega) é a mãe dos deuses, e seu aspecto é o da Preservadora. Rhiannon (britânica) Rainha do Mundo Subterrâneo, é aquela que liberta dos fardos. Rinchen (tibetana) Dakini. Ver Mamaki. Samaytara (hindu) Daikini de "toda a sabedoira realizada", governante do norte e do ar. Sarasvati (hindu) deusa das águas, das artes e das ciências. Sati (hindu) Encarnação de Devi. Sekhmeti (egípcia) é representada como uma mulher que tem cabeça de leão e está sentada num trono. Casada com Ptah, chamada de "a amada de Ptah", teve um filho com ele, Nefertum. (para saber mais acerca de SEKHMET). Selene (grega) Lua. Shakti (hindu) É a energia da Deusa. Sheila na gig (irlandesa) Mãe no sentido daquela que dá e tira. Shekinah (semítica) A consorte energizadora de Jeová, criadora, como ele, do mundo e das coisas, numa espécie de comunhão de acções. Sodashi (hindu) Uma das Dasa-Mahavidyas, Preservadora. Sofia (grega/gnóstica) Deusa da Sabedoria. Tem o aspecto da Que Dá Poderes. Soveregnty (céltica) Deusa da Terra. Com o aspecto da Que Dá Poderes. Surabhi (hindu) É a vaca do espaço cósmica. Tara (hindu/tibetana) É a deusa compassiva com o homem, aquela que o liberta. É também uma das Dasa-Mahavidyas. Tellus Mater (romana) Mãe Terra, patrona das mulheres. Themis (grega) "A uqe é firme". Representa a ordem e traz como aspecto o da Mediadora. Tiamat (babilonia) A Criadora de Tudo. Tlazolteotl (asteca) É o coração da terra", a Tecelã, a purificadora. Ukemochi (japonesa) Criadora de Tudo. Traz também o aspecto da Preservadora. Uncegila (ínidia americana) Desafiadora, Tecelã. Vajra-Varahi (tibetana) É a "semente de diamante", a Energizadora. Varjayogini (tibetana) Também Chinnasta. Traz o aspecto da Libertadora. Yeshe Tsogyel (tibetana) Aspectos: A Iniciadora, Libertadora e A Que Dá Poderes. Zoé (gnóstica) Simboliza a vida, e em termos de aspecto traz o da Enegizadora. (Fonte: Elementos da Deusa - Caitlín Matthews) Para ver mais artigos sobre DEUSES

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Portal do Palacio de Xerxes Portal do Palacio de Xerxes Upload feito originalmente por Savio Sousa Em minhas andanças pelo o Iran uma fotinha de PERSEPOLIS coisa linda.... Pena que não tem mais o castelo como antes .... POSTADO POR SÁVIO SOUSA ÀS 1/19/2008 08:27:00 AM 1 comentários SEGUNDA-FEIRA, JULHO 02, 2007 Não tem amor???? Como o islamismo está hoje ganhando cada vez mais espaço nas manchetes da mídia secular e cristã, eu gostaria de dar uma olhada em algumas perguntas bastante freqüentes sobre o islamismo. Os cristãos e os muçulmanos cultuam o mesmo Deus? Quando você tenta conversar com qualquer muçulmano sobre os fatos do islamismo, quase com certeza ele dizer a você que nós cultuamos o mesmo Deus, mas usando diferentes nomes e maneiras. Infelizmente, muitos cristãos, especialmente no ocidente, acreditam nisso. Mas, a verdade é que de fato nós não cultuamos o mesmo Deus. Permita-me explicar-lhe esta verdade com mais detalhes. O Alá do islamismo não é o Pai. Ninguém ousa ter um relacionamento pessoal com ele, falar com ele, e amá-lo, como mencionei em meu artigo de outubro. Mas, Jesus ensinou a orar ao "Pai nosso que está no céu" (Mateus 6.9). * Alá não é o Filho. Para um muçulmano não existe a necessidade da Trindade porque Deus pode ordenar a qualquer coisa que seja e ela será (*Sura 4:171, 5:73, 5:116). Os muçulmanos acreditam ainda que Jesus foi criado do pó exatamente como Adão (Sura 3:59). * Alá não é o Espírito Santo. O Espírito Santo no Alcorão é o anjo Gabriel. * Alá não é amor. O amor não é mencionado entre os 99 nomes mais bonitos de Alá. * Alá pede aos anjos que adorem Adão (Sura 2:31-34). * Alá não quer redimir o ser humano, mas insiste em encher o inferno com todos eles. Ninguém vai escapar dele para sempre (Sura 15:43,44). * Alá permite jurar (Sura 89:1-5, 91:1-9, 95:1-4). Há muitas outras diferenças entre Alá e o nosso Pai celestial. Queridos cristãos, os muçulmanos precisam de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. O Islamismo Já Existia Antes de Maomé? Antes de podermos responder a esta pergunta, precisamos primeiro dar uma olhada nas definições de islamismo e muçulmano. Islamismo é uma palavra árabe que originalmente se referia a um atributo de masculinidade e descrevia alguém que tivesse agido com heroísmo e bravura na batalha. Segundo o Dr. M. Bravmann em sua obra The Spiritual Background of Early Islam (Histórico Espiritual do Islamismo dos Primeiros Dias), islamismo é "um conceito secular, denotando uma virtude sublime aos olhos do árabe primitivo; desafio à morte, heroísmo; morrer na batalha". Nos dias de Maomé, um muçulmano era alguém que lutava com outra pessoa e a dominava. Hoje, muçulmano é alguém que se submete a Alá e islamismo significa submissão a Alá. Portanto, a resposta à pergunta é sim; de acordo com estas definições, o islamismo já existia. O nome Alá já existia antes de Maomé? Apesar do muçulmano, na média, crer que o islamismo, Alá e o Alcorão são conceitos revelados do céu a Maomé, através do anjo Gabriel, a resposta é sim. O islamismo, Alá e grande parte do Alcorão já existiam antes de Maomé. O pai de Maomé chamava-se Abed Alá, que significa "escravo de Alá". A Enciclopédia do Islamismo nos fala que os árabes pré-islâmicos conheciam Alá como uma das divindades de Meca. Também já existia em Meca a pedra negra, por causa da qual as pessoas peregrinavam para Meca. Os peregrinos beijavam a pedra, prestando culto a Alá por meio dela. Segundo a Enciclopédia Chamber’s, "a comunidade onde Maomé foi criado era pagã, com diferentes localidades que tinham os seus próprios deuses, freqüentemente representados por pedras. Em muitos lugares haviam santuários para onde eram feitas peregrinações. Meca possuía um dos mais importantes, a Kaaba, onde foi colocada a pedra negra, há muito tempo um objeto de adoração. Quem era Alá nos dias de Maomé? Alá era o deus lua. Até hoje os muçulmanos usam a forma do quarto crescente sobre as suas mesquitas. Nenhum muçulmano consegue dar uma boa explicação para isso. Na Arábia havia uma deusa feminina que era a deusa sol e um deus masculino que era o deus lua. Diz-se que eles se casaram e deram à luz três deusas chamadas "as filhas de Alá", cujos nomes eram Al Lat, Al Uzza e Manat. Alá, suas filhas e a deusa sol eram conhecidos como os deuses supremos. Alá, Allat, Al Oza e Akhbar eram alguns dos deuses pagãos. No chamado muçulmano para a oração, os muezzin clamam "Allah u Akbar", que significa Alá e Akbar. Os muçulmanos afirmam que não estão orando a Alá e Akbar, mas dizendo "Alá é grande". No começo, Maomé deixava os seus seguidores prestarem culto a Alá, o altíssimo, e pedirem a intercessão de Allat e Al Oza e Mannat. Depois que conseguiu se tornar militarmente forte e bem armado, ele lhes ordenou que somente a Alá prestassem culto. Quais são os Pilares do Islamismo? Os muçulmanos vivem a sua fé de acordo com seis "pilares". 1. Recitar os dois credos: "Não há outro deus além de Alá e Maomé é o mensageiro de Alá." A simples declaração desta sentença é suficiente para alguém se tornar muçulmano e garantir a sua entrada no paraíso depois da morte, apesar de que todo mundo precisa primeiro ir para o inferno. 2. Orações: Eles precisam orar cinco vezes por dia, mas primeiro precisam passar pelo ritual da lavagem, se não Alá não ouvirá as suas orações. 3. Dar esmolas aos pobres (Zakat): Eles têm de dar dinheiro aos pobres, para o estado islâmico, para as mesquitas, etc. 4. Jejum: Especialmente importante durante o mês do Ramadan, que ocorre em torno da segunda semana de janeiro à segunda semana de fevereiro. Estas datas variam devido ao calendário islâmico. 5. El Haj: É a peregrinação a Meca para os que podem. A pessoa que completar a jornada passa a ser um haji. 6. Jihad: A maioria dos estudiosos muçulmanos considera o Jihad (que significa "guerra santa", ou lutar contra os não muçulmanos) o sexto pilar. Queridos irmãos e irmãs, insisto para que orem para que Jesus Cristo possa manifestar-se aos muçulmanos e para que eles dobrem os joelhos para o nosso Pai celestial, "que deseja que todos os homens sejam salvos cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.4). Fonte: A Voz dos Mártires POSTADO POR SÁVIO SOUSA ÀS 7/02/2007 06:23:00 AM 0 comentários SEGUNDA-FEIRA, JUNHO 25, 2007 Até quando???? Hasan um jovem da Universidade de Hamedan apenas escreveu no jornal da Universidade o que Ayatollah Khomeini líder da revolução islâmica disse antes de assumir o poder Liberdade para todos...O povo não irá passar fome...Iremos ter uma boa educação, bla bla bla .. Foi preso e morto dentro da prisão em Tehran (Causa da morte estava doente e ferido) entrou bom e saiu morto. Isso é o amor do Islã. POSTADO POR SÁVIO SOUSA ÀS 6/25/2007 06:42:00 PM 0 comentários Religião ou farsa ?? Uma jovem que tinha um sonho de amar e viver um grande amor... Foi impedida de amar perdendo a vida por viver um amor proibido. O governo tiro lhe a vida em nome de Deus. Não sabendo que em nome de Deus ganhamos a vida e em o nome de Deus é que temos amor para com o próximo... Mais o Grande Deus o verdadeiro Deus punirá um dia aqueles que derramaram sangue inocente. Mais aqui não tem nada de islã apenas usuários do islã usam a religião para estar no poder

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Portal do Palacio de Xerxes Portal do Palacio de Xerxes Upload feito originalmente por Savio Sousa Em minhas andanças pelo o Iran uma fotinha de PERSEPOLIS coisa linda.... Pena que não tem mais o castelo como antes .... POSTADO POR SÁVIO SOUSA ÀS 1/19/2008 08:27:00 AM 1 comentários SEGUNDA-FEIRA, JULHO 02, 2007 Não tem amor???? Como o islamismo está hoje ganhando cada vez mais espaço nas manchetes da mídia secular e cristã, eu gostaria de dar uma olhada em algumas perguntas bastante freqüentes sobre o islamismo. Os cristãos e os muçulmanos cultuam o mesmo Deus? Quando você tenta conversar com qualquer muçulmano sobre os fatos do islamismo, quase com certeza ele dizer a você que nós cultuamos o mesmo Deus, mas usando diferentes nomes e maneiras. Infelizmente, muitos cristãos, especialmente no ocidente, acreditam nisso. Mas, a verdade é que de fato nós não cultuamos o mesmo Deus. Permita-me explicar-lhe esta verdade com mais detalhes. O Alá do islamismo não é o Pai. Ninguém ousa ter um relacionamento pessoal com ele, falar com ele, e amá-lo, como mencionei em meu artigo de outubro. Mas, Jesus ensinou a orar ao "Pai nosso que está no céu" (Mateus 6.9). * Alá não é o Filho. Para um muçulmano não existe a necessidade da Trindade porque Deus pode ordenar a qualquer coisa que seja e ela será (*Sura 4:171, 5:73, 5:116). Os muçulmanos acreditam ainda que Jesus foi criado do pó exatamente como Adão (Sura 3:59). * Alá não é o Espírito Santo. O Espírito Santo no Alcorão é o anjo Gabriel. * Alá não é amor. O amor não é mencionado entre os 99 nomes mais bonitos de Alá. * Alá pede aos anjos que adorem Adão (Sura 2:31-34). * Alá não quer redimir o ser humano, mas insiste em encher o inferno com todos eles. Ninguém vai escapar dele para sempre (Sura 15:43,44). * Alá permite jurar (Sura 89:1-5, 91:1-9, 95:1-4). Há muitas outras diferenças entre Alá e o nosso Pai celestial. Queridos cristãos, os muçulmanos precisam de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. O Islamismo Já Existia Antes de Maomé? Antes de podermos responder a esta pergunta, precisamos primeiro dar uma olhada nas definições de islamismo e muçulmano. Islamismo é uma palavra árabe que originalmente se referia a um atributo de masculinidade e descrevia alguém que tivesse agido com heroísmo e bravura na batalha. Segundo o Dr. M. Bravmann em sua obra The Spiritual Background of Early Islam (Histórico Espiritual do Islamismo dos Primeiros Dias), islamismo é "um conceito secular, denotando uma virtude sublime aos olhos do árabe primitivo; desafio à morte, heroísmo; morrer na batalha". Nos dias de Maomé, um muçulmano era alguém que lutava com outra pessoa e a dominava. Hoje, muçulmano é alguém que se submete a Alá e islamismo significa submissão a Alá. Portanto, a resposta à pergunta é sim; de acordo com estas definições, o islamismo já existia. O nome Alá já existia antes de Maomé? Apesar do muçulmano, na média, crer que o islamismo, Alá e o Alcorão são conceitos revelados do céu a Maomé, através do anjo Gabriel, a resposta é sim. O islamismo, Alá e grande parte do Alcorão já existiam antes de Maomé. O pai de Maomé chamava-se Abed Alá, que significa "escravo de Alá". A Enciclopédia do Islamismo nos fala que os árabes pré-islâmicos conheciam Alá como uma das divindades de Meca. Também já existia em Meca a pedra negra, por causa da qual as pessoas peregrinavam para Meca. Os peregrinos beijavam a pedra, prestando culto a Alá por meio dela. Segundo a Enciclopédia Chamber’s, "a comunidade onde Maomé foi criado era pagã, com diferentes localidades que tinham os seus próprios deuses, freqüentemente representados por pedras. Em muitos lugares haviam santuários para onde eram feitas peregrinações. Meca possuía um dos mais importantes, a Kaaba, onde foi colocada a pedra negra, há muito tempo um objeto de adoração. Quem era Alá nos dias de Maomé? Alá era o deus lua. Até hoje os muçulmanos usam a forma do quarto crescente sobre as suas mesquitas. Nenhum muçulmano consegue dar uma boa explicação para isso. Na Arábia havia uma deusa feminina que era a deusa sol e um deus masculino que era o deus lua. Diz-se que eles se casaram e deram à luz três deusas chamadas "as filhas de Alá", cujos nomes eram Al Lat, Al Uzza e Manat. Alá, suas filhas e a deusa sol eram conhecidos como os deuses supremos. Alá, Allat, Al Oza e Akhbar eram alguns dos deuses pagãos. No chamado muçulmano para a oração, os muezzin clamam "Allah u Akbar", que significa Alá e Akbar. Os muçulmanos afirmam que não estão orando a Alá e Akbar, mas dizendo "Alá é grande". No começo, Maomé deixava os seus seguidores prestarem culto a Alá, o altíssimo, e pedirem a intercessão de Allat e Al Oza e Mannat. Depois que conseguiu se tornar militarmente forte e bem armado, ele lhes ordenou que somente a Alá prestassem culto. Quais são os Pilares do Islamismo? Os muçulmanos vivem a sua fé de acordo com seis "pilares". 1. Recitar os dois credos: "Não há outro deus além de Alá e Maomé é o mensageiro de Alá." A simples declaração desta sentença é suficiente para alguém se tornar muçulmano e garantir a sua entrada no paraíso depois da morte, apesar de que todo mundo precisa primeiro ir para o inferno. 2. Orações: Eles precisam orar cinco vezes por dia, mas primeiro precisam passar pelo ritual da lavagem, se não Alá não ouvirá as suas orações. 3. Dar esmolas aos pobres (Zakat): Eles têm de dar dinheiro aos pobres, para o estado islâmico, para as mesquitas, etc. 4. Jejum: Especialmente importante durante o mês do Ramadan, que ocorre em torno da segunda semana de janeiro à segunda semana de fevereiro. Estas datas variam devido ao calendário islâmico. 5. El Haj: É a peregrinação a Meca para os que podem. A pessoa que completar a jornada passa a ser um haji. 6. Jihad: A maioria dos estudiosos muçulmanos considera o Jihad (que significa "guerra santa", ou lutar contra os não muçulmanos) o sexto pilar. Queridos irmãos e irmãs, insisto para que orem para que Jesus Cristo possa manifestar-se aos muçulmanos e para que eles dobrem os joelhos para o nosso Pai celestial, "que deseja que todos os homens sejam salvos cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.4). Fonte: A Voz dos Mártires POSTADO POR SÁVIO SOUSA ÀS 7/02/2007 06:23:00 AM 0 comentários SEGUNDA-FEIRA, JUNHO 25, 2007 Até quando???? Hasan um jovem da Universidade de Hamedan apenas escreveu no jornal da Universidade o que Ayatollah Khomeini líder da revolução islâmica disse antes de assumir o poder Liberdade para todos...O povo não irá passar fome...Iremos ter uma boa educação, bla bla bla .. Foi preso e morto dentro da prisão em Tehran (Causa da morte estava doente e ferido) entrou bom e saiu morto. Isso é o amor do Islã. POSTADO POR SÁVIO SOUSA ÀS 6/25/2007 06:42:00 PM 0 comentários Religião ou farsa ?? Uma jovem que tinha um sonho de amar e viver um grande amor... Foi impedida de amar perdendo a vida por viver um amor proibido. O governo tiro lhe a vida em nome de Deus. Não sabendo que em nome de Deus ganhamos a vida e em o nome de Deus é que temos amor para com o próximo... Mais o Grande Deus o verdadeiro Deus punirá um dia aqueles que derramaram sangue inocente. Mais aqui não tem nada de islã apenas usuários do islã usam a religião para estar no poder

deuses persas

Mitologia persa Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Relevo em Tous representando histórias do Shahnameh. A mitologia persa é a reunião de crenças e práticas do povo que habitava o Planalto do Irã e suas imediações, como áreas da Ásia Central do Mar Negro ao Hotan (a moderna Hetian, China) e tinha origens linguísticas e culturais comuns. Sua essência é a da existência de dois princípios básicos em guerra entre si. Suas fontes estão no Zoroastrismo e no Masdeísmo. [editar]Características A principal coletânea da mitologia persa é o Shahnameh de Ferdowsi, escrito mil anos atrás. A obra de Ferdowsi tem por base as histórias e personagens do Zoroastrismo e do Masdeísmo, não apenas o Avesta, mas também o Bundahishn e o Denkard. A mitologia persa é ao mesmo tempo muito próxima e diferente da mitologia hindu. Elas são próximas, porque os iranianos são um povo indo-europeu cuja língua tem grande semelhança com o sânscrito e foram um povo que estabeleceu constantes relações com os arianos da Índia. E são diferentes, pois a religião dos antigos persas adquiriu um aspecto mais moral que mitológico. [editar]Contexto religioso Bandeja de bronze do Pérsia Parta com o desenho de um Pégaso ("Pegaz" em persa). Escavado em Masjed Soleiman. Os personagens da mitologia persa podem, em sua maioria, ser classificados em dois tipos: os bons e os maus. Isso espelha o antigo conflito baseado no conceito do zoroastrismo da dupla origem em Ahura Mazda (em avéstico, ou Ormuzd em persa tardio). Spenta Mainyu é a fonte da luz, da fertilidade e das energias construtivas, enquanto Angra Mainyu (ou Ahriman em persa) é a fonte da escuridão, da destruição, da esterilidade e da morte. Ormuzd é o mestre e criador do mundo. Ele é soberano, onisciente, deus da ordem. O Sol é seu olho, o céu suas vestes bordadas de estrelas. Atar, o relâmpago, é seu cílio. Apô, as águas, são suas esposas. Ahura Mazda é o criador de outras sete divindades supremas, os Amesha Spenta, que reinam, cada um, sobre uma parte da criação e que parecem ser desdobramentos de Ahura Mazda. Sob Ahura Mazda e os seis Amesha Spenta a mitologia persa coloca, como divindades benéficas: "Mitra", o mestre do espaço livre; Tistrya, o deus das trovoadas; Verethraghna, o deus da vitória; ela admitia, além disso, um grande número de deuses do mesmo elemento, os Izeds. Assim como Ahura Mazda estava cercado por seis Amesha Spenta e de outras divindades, Angra Mainyu (Ahriman) — o deus malfazejo que invade a criação para perturbar a ordem e que é concebido como uma serpente — é acompanhado de seis demônios procedentes das trevas cósmicas e de um grande número de outras divindades malignas. Além disso, Angra Mainyu, epítome do mal no Zoroastrismo, perdeu sua identidade zoroastrista e masdeísta original na posterior literatura persa sendo finalmente descrito como um Dev. Representações religiosas de Angra Mainyu posteriores a conquista islâmica mostram-no como um gigante com o corpo manchado e dois chifres. Os Devs (avéstico, persa: div), significando celestial ou radiante são muito comuns na mitologia persa. Estes seres eram adorados no Zoroastrismo anterior à difusão do Masdeísmo na Pérsia e, como nas religiões védicas, os adeptos do zoroastrismo consideravam os devs seres sagrados. Somente após a reforma religiosa de Zaratustra o termo dev foi associado com demônios. Mesmo assim os Persas que habitavam a região ao sul do Mar Cáspio continuaram a adorar os devs e resistiram à pressão para aceitar o Zoroastrismo e as lendas em torno dos devs sobreviveram até os dias atuais. Por exemplo, a lenda do Dev-e Sepid (Dev branco) de Mazandaran. [editar]Mitos O Simorgh. O mito mais importante da religião persa é o da disputa entre Ahura Mazda e Ahrimã que consiste na luta de dois tipos de seres divinos. Esta luta nos aparece sob uma dupla forma: a material e a espiritual. No caso da luta material, Ahrimã quer invadir o céu, mas é repelido para o inferno; na luta espiritual ou mística, Ahrimã, princípio da obscuridade, da desordem, do mal, é repelido por Ormuzd, deus da luz, da ordem e do bem. No primeiro caso, a arma de Ormuzd é Atar, o relâmpago; no segundo caso, a piedade ou a oração, personificada sob o nome Vohu Mano. A personagem mais importante nos épicos persas é Rostam. Sua contraparte é Zahhak, um símbolo do despotismo que foi finalmente derrotado por Kaveh que liderou um levante popular contra ele. Zahhak era protegido por duas serpentes que cresciam de seus ombros e não importava quantas vezes elas fossem decapitadas suas cabeças cresciam novamente para protegê-lo. A serpente, como em muitas outras mitologias orientais, representava o mal, mas aparecem muitos outros animais na mitologia persa; os pássaros, em especial, eram sinal de boa sorte. Os mais famosos deles são Simorgh, um grande pássaro bonito e poderoso, Homa, o pássaro real da vitória cujas plumas adornavam as coroas e Samandar, a fênix. Peri (avéstico: Pairika), considerada uma mulher bonita, porém má na mitologia mais antiga, tornou-se gradualmente menos má e mais bonita até transformar-se em um símbolo de beleza no período islâmico similar aos houri — espécie de anjos — do Paraíso. Entretanto uma outra mulher má, Patiareh, atualmente simboliza a prostituição
Um personagem semi-lendário, conhecido como Zoroastro ou Zaratustra proporcionou aos persas uma forma especial de religião: o dualismo.  O dualismo se fundamentava em dois princípios opostos: o bem e o mal, representados pelos deuses Aura-Mazda e Ahriman, respectivamente.  Acreditava-se que estes dois princípios disputavam entre si o domínio das ações humanas. Aquele que praticasse o bem estaria combatendo o mal e no final dos tempos o deus do bem venceria e aqueles que estivessem do lado do mal seriam exterminados. Foi na religião, entretanto que os persas demonstraram certa originalidade. Primitivamente adoravam o Sol, a Lua e a Terra; até que Zoroastro ( ou Zaratustra) reorganizou a religião, sofisticando-a. O deus maior era Ormuz, deus do bem, que se opunha a Arimã, deus do mal. A luta entre o bem e o mal era a essência da religião de Zoroastro, que ficou conhecida como masdeísmo, fusão entre as crenças populares e os ensinamentos de Zoroastro. Essa religião baseava-se na sinceridade entre as pessoas e foi transcrita no livro sagrado Avesta. O imperador era quase um deus, pois, segundo a crença, governava por ordem de deus

anahita deusa persa

Anahita Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Estátua de Anahita em Maragha. Anahita é uma forma Persa Antiga do nome de uma deusa Iraniana e aparece mais cedo e em completo como Aredvi Sura Anahita (Arədvī Sūrā Anāhitā); a Língua avéstica nome de uma figura cósmica Indo-Iraniana venerada como a divindade das "Águas" (Aban) e assim associada à fertilidade, cura e sabedoria. Aredvi Sura Anahita é Ardwisur Anahid ou Nahid no Persa Médio e Persa Moderno, Anahit em Arménio.[1] Um altar icónico de culto de Aredvi Sura Anahita, foi – junto com outros altares de culto – "introduzido aparentemente no século 4 aC e durou até ser suprimido no acordar de um movimento iconoclasta sob os Sassânidas."[2] Os historiadores Gregos e Romanos da antiguidade clássica referem-se a ela, quer como Anaïtis ou identificaram-na como uma das divindades dos seus próprios panteões. 270 Anahita, um Asteroide tipo S batizado em sua honra. Índice [esconder] 1 Características 1.1 Nomenclatura 1.2 Fusão com Ishtar 1.3 Identidade Cosmológica 2 Avesta 3 Inscrições e contos clássicos 3.1 Evidência de um culto 3.2 Parsa, Elam, e Medea 3.3 Asia Menor e Levante 3.4 Arménia e o Caucasus 4 Legado 5 Ver também 6 Referências 6.1 Notas 6.2 Índice de Citações 6.3 Bibliografia [editar]Características [editar]Nomenclatura Apenas Ardəvī (uma palavra de outra maneira desconhecida, talvez com um significado original "húmido") é especifica da divindade.[1] As palavras sura e anahita são adjectivos genéricos da Língua avéstica,[3] e significando respetivamente "poderoso" e "puro" [4][5] (ou "imaculado"[1]). Ambos os adjectivos também aparecem como epítetos de outras divindades ou conceitos divinos como Haoma[6] e Fravashis.[7] Ambos adjetivos atestados em Sânscrito_védico.[8] Como uma divindade das águas (Aban), o yazata é de origem Indo-Iraniana, de acordo com Lommel relacionado com o Sanskrit Sarasvati que, como o seu equivalente Proto-Iraniano *Harahvati, deriva do Indo-Iraniano *Sarasvnti.[1][9][10] Na sua forma Iraniana antiga *Harahvati, "o seu nome foi dado à religião, rica em rios, cuja a capital moderna é Kandahar (Avestan Haraxvaiti, Persa Antigo Hara(h)uvati-, Grego Arachosia)."[1]"Como o Saraswati Indiano, [Aredvi Sura Anahita] nutre as culturas e rebanhos; e é saudada tanto como uma divindade como o rio mítico que personifica, 'tão grande na grandeza como todas essas águas que fluem sobre a terra'." No Persa médio textos da era Sassânida e posteriores, Arədvī Sūra Anāhīta aparece como Ardwisur Anāhīd.[1] Não há ocorrência de Anahita no Antigo avéstico e a sua presença em Avesta é limitada maioritariamente a duas instâncias. No mundo não-avéstico, a sua menção mais antiga do seu nome é na verdade em vários documentos antigos Persas. A sua popularidade no Irão Oeste é significativamente maior do que no Irão Este. As evidências sugerem uma origem ocidental Iraniana de Anahita.[11] [editar]Fusão com Ishtar Numa altura, antes do século 4 aC, este yazata foi fundido com (um análogo de)[a] Semítico Ištar, [5] também uma divindade da "donzela" fertilidade e de quem Aredvi Sura Anahita herdou depois características adicionais de uma divindade da guerra e de um planeta Venus. Foi além disso uma associação com o planeta Venus, "parece, que levou Herodotus a registar que os Persis[γ] aprenderam 'a sacrificar para "a deusa celestial"' dos Assírios e Arabes."[12][13][14] Ishtar também deu "aparentemente"[15] a Aredvi Sura Anahita o epíteto Banu, 'a Senhora', uma construção tipicamente Mesopotâmia[15] que não é atestado como um epíteto para uma divindade no Irão antes da era comum. É completamente desconhecido nos textos de Avesta,[15] mas evidente na era Sassânida inscrições em Persa médio e num Persa médio Zend tradução de Yasna 68.13.[16] Também em textos Zoroastrianos da época pós-conquista (651 DC avante), a divindade é referida como 'Anahid a Senhora', 'Ardwisur a Senhora' e 'Ardwisur a Senhora das águas'.[17] Porque a divindade não é atestada em nenhuma das antigas línguas ocidentais Iranianas,[3] estabelecendo características anteriores à introdução do [Zoroastrismo]] no Irão Ocidental (c. século 5 AC) é muito mais no reino da especulação. De acordo com Boyce, é "provável" que houvesse outrora uma divindade Perso–Elamita com o nome de *Anahiti (como o reconstruido do Grego Anaitis[18]). É provável, portanto, (segundo Boyce), que foi esta divindade que era um análogo de Ishtar, e esta é a divindade com que Aredvi Sura Anahita foi fundida.[3] Boyce conclui que a devoção "Aquemênida' a esta deusa sobreviveu evidentemente a sua conversão para o Zoroastrismo, e eles parecem ter usado a influencia real para a adotarem no panteão Zoroastriano." [19][β] De acordo com uma teoria alternativa, Anahita era talvez "uma daeva de uma fé Zoroastriana mais prematura e pura, incorporada na religião Zoroastriana e no seu cânone revisado" durante o reino de "Artaxerxes I da Pérsia, o Constantino daquela fé."[20][δ] [editar]Identidade Cosmológica As qualidades cosmológicas do rio do mundo são, em alusão a Yasht 5 (ver no Avesta, abaixo), mas apenas desenvolvido propriamente no Bundahishn, uma conta Zoroastriana de criação terminada no século 11 ou 12 DC. em ambos os textos, Aredvi Sura Anahita não é apenas uma divindade, mas também uma fonte do rio do mundo e o próprio(nome do) rio do mundo por si só. A lenda cosmológica é a seguinte: Todas as águas do mundo criadas por Aúra-Masda originaram da fonte Aredvi Sura Anahita, o aumento de vida, aumento de rebanho, que trás prosperidade para todos os países. Este fonte esta no topo da montanha do mundo Hara Berezaiti, "Hara Elevada", em torno da qual o céu gira e é o centro de Airyanem Vaejah, a primeira das terras criadas por Mazda. A água, quente e limpa, flui através de cem mil canais dourados em direcção ao Monte Hugar, "o Elevado", um dos picos-filho de Hara Berezaiti. No cume dessa montanha está o Lago Urvis, "o Túmulo", para o qual as águas correm, tornando-se bastante purificadas e saindo por outro canal dourado. Através desse canal, que está à altura de um milhar de homens, uma porção da grande nascente Aredvi Sura Anahita chuvisca humidade sobre toda a terra, onde dissipa a aridez do ar e todas as criaturas de Mazda ganham saúde através dela. Outra porção desce para o Vourukasha, o grande mar sobre o qual a terra descansa, e do qual flui para os mares e oceanos do mundo e os purifica. No Bundahishn, as duas partes do nome "Ardwisur Anahid" são ocasionalmente tratadas independentemente uma da outra, isto é, com Ardwisur como representante das águas, e Anahid identificada com o planeta Vénus: A água de todos os lagos e mares têm origem com Ardwisur (10.2, 10.5), e em contraste, numa secção que lida com a criação das estrelas e planetas (5.4), o Bundahishn fala de 'Anahid i Abaxtari', isto é, o planeta Venus.[21] Ainda noutros capítulos, o texto compara os dois, como "Ardwisur que é Anahid, o pai e mãe das Águas" (3.17). Esta lenda do rio que descende do Monte Hara parece ter permanecido como parte da observância da vida de muitas gerações. Numa inscrição Grega dos tempos Romanos encontrada na Ásia menor pode-se ler "a grande deusa Anaïtis do elevado Hara".[22] Nas moedas Gregas da época imperial, ela é falada como "Anaïtis da água sagrada."[21] [editar]Avesta Aredvi Sura Anahita é principalmente dirigido em Yasht 5 (Yasna 65), também conhecido como o Aban Yasht, um hino às águas em Avesta um dos mais longos e melhor preservado hinos devocionais. Yasna 65 é o terceiro dos hinos recitados no Ab-Zohr, a "oferta às águas" que acompanha os ritos culminantes do serviço Yasna. Versos do Yasht 5 também formam grande parte do Aban Nyashes, a liturgia para as águas que fazem parte do Khordeh Avesta. De acordo com Nyberg[23] e suportado por Lommel[24] e Widengren,[25] as porções mais antigas de Aban Yasht foram originalmente compostas numa data muito cedo, talvez não muito depois dos próprios Gathas. [?] Yasna 38, que é dedicado "à terra e às águas sagradas" e é parte do setimo capitulo Yasna Haptanghaiti, és linguisticamente tão antigo como o Gathas. No Aban Yasht, o rioyazata é descrito como "a grande fonte Ardvi Sura Anahita é o aumento de vida, aumento de rebanho, que trás prosperidade para todos os países.(5.1). Ela é "amplamente fluída e curativa", "eficaz contra daevas", "devota ao conhecimento de Ahura" (5.1). Ela é associada com fertilizdade, purificar a semente do homem (5.1), purificar os ventres das mulheres (5.1), encorajar o fluxo de leite para os recem-nascidos (5.2). Como um rio divindade, ela é responsavel pela fertilidade do solo e crecimento das culturas que tanto nutrem o homem como a besta (5.3). Ela é bonita, donzela forte, que usa peles de castor (5.3,7,20,129). A associação entre água e sabedoria é comum em demasiadas culturas e também evidente no Aban Yasht, segundo este Aredvi Sura é a divindade a quem padres e pupilos devem rezar para introspecção e conhecimento (5.86). No verso 5.120 ela é vista a conduzir uma charret puxada por quatro cavalos chamados "vento", "chuva", "nuvens" e "chuva com neve". Em passagens mais recentes ela é descrita como estando em "quietude de estátua", "já observado", regiamente vestida com um robe bordado em dourado, coroa dourada, colar e brincos, ornamento dourado no peito e botas pelo calcanhar com atacadores dourados (5.123, 5.126-8). Aredvi Sura Anahita é caridosa para aqueles que a agradam, severa para aqueles que não e reside em 'lugares majestosos' (5.101). O conceito de Aredvi Sura Anahita é um grau turvo com aquele de Ashi, Gathic figura da Boa fortuna, e muitos dos versos do Aban Yasht também aparecem em Yasht 17 (Ard Yasht), que é dedicado a Ashi. Assim também uma descrição das armas concedidas aos seus adoradores (5.130), e a superioridade em batalha (5.34 et al.). Estas funções aparecem fora de lugar num hino às águas ,[1] e podem ter sido originalmente de Yasht 17. Outros versos em Yasht 5 têm pronomes masculinos em vez de femininos, e assim mais uma vez parecem ser versos originalmente dedicados a outras divindades.[26] Boyce também sugere que o novo composto de divindade das águas com características marciais gradualmente usurpou a posição de Apam Napat, a grande divindade guerreira da água da tríade de Ahuric, causando finalmente que o seu ultimo sitio para ser perdida e de veneração ficasse limitado as versos obrigatoriamente recitados no Ab-Zohr. [editar]Inscrições e contos clássicos [editar]Evidência de um culto A referência mais antiga datável e inequívoca ao culto icônica de Anahita é do estudioso sacerdote da Babilónia Berosus, que – apesar de escrever mais de 70 anos[?] depois do reinado de Artaxerxes II Mnemon[?] – regista que o imperador foi o primeiro a fazer estátuas de culto de Aphrodite Anaitis e coloca-as nos templos de muitas das principais cidades, incluindo Babilônia, Susa, Ecbátana, Persépolis, Damasco e Sardes.[c1] Também de acordo com Berosus, os Persas não sabiam de imagens de deuses até Artaxerxes II erguer essas images.[[#endnote_ Berosus_III_65bnone|[c1]]][?] Isto é sustentado por Herodotus, cujas as observações do meio do século 5 AC sobre o uso dos Perses, Herodotus nota que "não é seu costume fazer e erguer estátuas e imagens e altares, e aqueles que fazem tal eles consideram insensato, como eu suponho, porque eles nunca acreditaram em deuses, como fazem os Gregos, fossem à semelhança dos homens."[c23][27][28] A extraordinária inovação de santuários de culto pode assim ser datada aos finais do século 5 AC( ou nos princípios do século 4 aC) , mesmo que esta prova seja "não das mais satisfatórias."[5] No entanto, em 330 aC e sob o patrocínio real de Achaemenid, estes cultos foram disseminados através da Ásia Menor e Levante e daí para a [[Arménia].[21] Este não foi um ato puramente altruísta, pois os templos também serviam como uma importante fonte de rendimento. Dos reis Babilónios, o Achaemenids tinha assumido o conceito de uma taxa de templo obrigatória, o dizimo de um décimo que todos os habitantes pagavam ao templo mais próximo da sua terra ou fonte de rendimento.[29] Uma parte deste rendimento chamado quppu ša šarri ou "cofre dos reis" – uma instituição engenhosa originalmente introduzida por Nabonidus – era então entregue ao governante. No entanto, a ligação estreita de Artaxerxes com os templos de Anahita é" quase certamente a principal causa da longa fama deste rei entre Zoroastristas, uma fama que fez propaganda útil para o sucesso Arsacids para reclama-lo (muito falsamente) para seu ancestral."[30][31] [editar]Parsa, Elam, e Medea A devoção de Artaxerxes II a Anahita é mais evidente não sua inscrições, onde o seu nome aprece directamente depois do deAúra-Masda e depois desse o de Mithra. Na inscrição de Artaxerxes em Susa lê-se: "Pelo vontade de Ahura Mazda, Anahita, e Mithra eu construi este palácio. Que Ahura Mazda, Anahita, e Mithra me protejam de todo o mal" (A²Hc 15–10). Esta é uma notável quebra da tradição; nenhum rei Achaemenid antes dele invocou outro para além de Ahura Mazda por si só. Os templos de Anahita em Ecbátana (Hamadan) Medea devem de ter sido outrora os mais gloriosos santuários do mundo.[p][c2] Embora o palácio ter sido despojado por Alexander e pelos reis Seleucid seguintes, [c3] quando Antíoco III Magno invadiu Ecbatana em 209 aC, o templo "tinha as colunas redondas, ainda douradas e algumas telhas estava empilhadas, enquanto alguns tijolos de ouro e uma quantidade considerável de tijolos de prata permaneceram" [c4] A referencia de Polybius a Alexander é suportada por Arriano, que em 324 aC escreveu de um templo em Ecbatana dedicado a "Asclepius" (por inferência presume-se Anahita, também uma divindade de cura), destruído por Alexander porque ela deixou que o seu amigo Heféstion morre-se.[c5] O leão de pedra maciço na colina de lá (diz-se ser parte de um monumento sepulcral a Heféstion[?]) é hoje um símbolo que os visitantes tocam com esperança de fertilidade. Plutarco regista que Artaxerxes II tinha a sua concubina Aspasia consagrada como sacerdotisa no templo "para Diana de Ecbatana, a quem eles chamam Anaitis, que ela possa passar o resto dos seus dias em castidade estrita."[c6] Isto contudo não implica necessariamente que a castidade fosse um requerimento das sacerdotisas de Anaitis. [?] Isidoro de Cárax, em adição a uma referencia do tempo em Ecbatana ("um templo, sagrado para Anaitis, eles sacrificam-se lá sempre")[c2] também nota um "templo de Artemis"[µ] em Concobar (Medea inferior, hoje Kangavar). Apesar de descobrimentos arqueológicos que refutam a ligação com Anahita,[32] restos de um edifício estilo Helénico do século 2 aC em Kangavar continuam a ser uma atracão turística popular. Isidore também regista outro "sitio real, um templo de Artemis, fundado por Darius" em Basileia (Apadana), sobre a estrada real ao longo do banco esquerdo de Eufrates.[c7][33] Durante o período Partiano helenístico, Susa teve o seu "Dianae templum augustissimum"[c8] longe de Elymais onde outro templo, conhecido por Strabo como "Ta Azara", foi dedicado a Athena/Artemis[c9] e onde leõs domados percorriam o terreno. Isto pode ser uma referencia ao templo sob a ravina Tang-a Sarvak nos dias de hoje Khuzistão. Para além disto, não há evidencia do culto no Irão Ocidental do período Partiano sobreviver, mas "é sensato assumir que as características marciais de Anahita (Ishtar) asseguraram a sua popularidade nos seculos subsequentes entre as classes guerreiras do feudalismo Partiano."[34] No seculo 2 dC, o centro do culto em Pars era em Staxr (Estakhr). Lá, Anahita continuou a ser venerada no seu papel marcial e foi em Estakhr que Sassan, ao qual a dinastia Sassânida deve o nome, servio como sumo sacerdote. O filho de Sassan, Papak, também um sacerdote do templo, derrubou o Rei de Istakhr (um vassalo da dinastia arsácida), e corou-se em seu lugar."Por este tempo (principio do seculo 3), capacetes de Anahita (kolah) eram usados como uma marca de nobreza", que por sua vez "sugere que ela era uma deusa guerreira do estado feudal."[34] Ardashir (r. 226-241 CE)"enviaria as cabeças dos reis mesquinhos que derrotou para exibir no seu templo."[35] Durante o reino de Bahram I (r. 272-273 dC), no acordar do movivento iconoclastico que tinha começado aproximadamente ao mesmo tempo que o movimento de culto de santuários, os santuários dedicados a uma divindade especifica eram - por lei - dissociados dessa divindade pela remoção do santuário e depois ou abandonado ou convertido em altares de fogo.[36] Assim tanto os santuários populares a Mehr/Mithra que retinham o nome Darb-e Mehr - Portão de Mithra - que é hoje um dos termos tecnicos Zoroastrianos para um templo de fogo. O templo em Istakhr foi também convertido e, de acordo com inscrição Kartir, doravante conhecido como "Fogo da Senhora de Anahid."[37] A iconoclastia Sassânida, embora administivamente do reino de Bahram I, pode já ter sido apoiada pelo pai de Bahram, Shapur I(r. 241-272 dC). Numa inscrição no Médio Persa, Partiano e Grego em Ka'ba of Zoroaster, o "Senhor Mazdean,..., rei dos reis, ..., neto do senhor Papak" (ShKZ 1, Naqsh-i-Rustam) regista que ele instituiu fogos para a sua filha e três dos seus filhos. O nome da sua filha: Anahid. O nome desse fogo: Adur-Anahid. Não obstante a dissolução do culto dos templos, a triade Ahura Mazda, Anahita e Mithra (como Artaxerxes II as tinha invocado) continuariam a ser prominentes por toda a epoca Sassânida , "e eram de fato (com Tiri e Verethragna) a permanecer os seres divinos mais populares no Irão Ocidental."[38] Além disso, o iconoclastia de Bahram I e reis depois não extenderam a imagens onde eles próprios são representados. Numa cena investidura em Naqsh-i Rustam, Narseh (r. 293-302 dC) é visto a receber a sua croa de uma divindade feminina identificada com Anahita. Narseh, como Artaxerxes II, era também aparentemente bastante devoto a Anahita, para a inscrição na investidura em Paikuli (perto de Khaniqin, nos dias de hoje no Iraque), Narseh invoca "Ormuzd e todos os yazatas, e Anahid que é chamada a Senhora."[37] Anahita também é identificada como uma figura na cena de investidura de Khusrow Parvez (r. 590-628 dC) em Taq-e Bostan, mas neste quaso não tão convincente como aquela de Narseh.[39] Mas, para além das duas gravuras rupestres em Naqsh-i Rustam e Taq-e Bostan, "poucas figuras representando inquestionavelmente a deusa são conhecidas."[39] A figura de uma mulher num selo cilindrico Aquemênida foi identificada como a de Anahita, como ter alguns relevos da era Parta (250 aC - 226 dC), dois dos quais são de ossoários.[40] Em adição, talheres Sassânidas com representações de mulheres nuas ou pouco vestidas a segurar numa flor, fruto, pássaro ou criança são identificadas como imagens de Anahita.[41] Adicionalmente, "foi sugerido que as coroas colunatas ou serrilhadas [representadas] nas moedas Sassânidas pertence a Anahid."[39] [editar]Asia Menor e Levante O culto floresceu na Lídia mesmo tão tarde quanto final da época helenística Partiana.[15] Os Lídios tinham templos para a divindade em Sardes,Alaşehir,Hierocæsarea, Hypaipa, Lídia e noutros lugares;[15] o templo em Hierocæsarea supostamente [c10] sendo fundado por "Cyrus"(presumivelmente[42] Ciro, o Jovem, irmão de Artaxerxes II, que foi sátrapa da Lídia entre 407 e 401 aCE). No seculo 2 dC, o geógrafo Pausânias relata ter testemunhado pessoalmente (aparentemente Mazdeísta) cerimonias em Hypaipa e Hierocæsarea.[c11] De acordo com Estrabão, Anahita era venerada juntamente com Omanos em Zela, Pontus.[c12] [c13] Em Castabala, ela era referida como 'Artemis Perasia'.[c14] Anahita e Omanos tinham altares comuns em Capadócia.[c15] [editar]Arménia e o Caucasus "A influência Helénica deu um novo ímpeto ao culto das imagens e evidencias positivas para ir para a Armenia, então uma terra Zoroastrita."[21] De acordo com Estrabão, os "Arménios partilhavam na religião dos Perses e os Medes honravam particularmente Anaitis ".[c16] Os reis da Arménia eram "apoiantes firmes do culto"[33] e Tiridates III, antes da sua conversão ao Cristianismo, "orou oficialmente à tríade Aramazd-Anahit-Vahagn mas diz-se que mostrou uma devoção especial pela 'grande senhora Anahit,... a benfeitora de toda a humanidade, mãe de todo o conhecimento, filha do grande Aramazd'"[43] De acordo com Agatângelo, a tradição requeria que os Reis da Armenia viajassem uma vez por ano ao tempo em Eriza (Erez) em Acilisene a fim de celebrar o festival da divindade; Tiridates fez a sua jornada no primeiro reinado do seu reino onde ele ofereceu sacrifício, coroas de flores e ramos.[c27] O templo em Eriza parece ter sido particularmente famoso, "o mais rico e mais venerado na Arménia"[c29], composto por sacerdotes e sacerdotisas, os últimos das famílias eminentes que serviriam o templo antes de casar.[c16] Esta prática pode revelar outra vez influencias sincréticas semitas,[33] e não é de outra maneira provado noutras áreas. Plínio relata que os soldados de Marco António esmagaram uma enorme estátua da divindade feita de ouro maciço e dividiram os bocados entre eles.[c19] Também de acordo com Plínio, apoiado por Dião Cássio, Acilisene eventualmente veio a ser conhecido por Anaetica.[c20] [c21] Dião Cássio também menciona que outra religião ao longo do Rio Cyrus, na fronteira da Albânia e Ibéria, era também chamada "a terra de Anaitis."[c22][s] Anahit era também venerada em Artashat, a capital do Reino Armênio, onde o seu templo estava próximo do de Tiur[f], a divindade dos oraculos. Em Astishat, centro de culto de Vahagn, ela era reverenciada como voskimayr, A 'mãe dourada'[c24] Em 69 aC, os soldados de Luculo viram vacas consagradas a 'Persa Artemis' a vaguear livremente no Tomisa em Sofena (no Eufrates a Sudoeste da Arménia), onde os animais levavam a marca de uma torcha nas suas cabeças.[c25] Após a conversação de Tiridate ao Cristianismo, o culto a Anahit estava condenado e as representações iconicas da divindade foram distruidas.[33] Foram feitas tentativas para identificar Anahita como uma das três divindade principais na Albânia, mas estas eram questionaveis. Contudo, nos territorios de Moschi e Cólquida, Estrabão menciona [c26] um culto a Leucothea, que h Wesendonck e outros identificaram como um analogo de Anahita.[33] [editar]Legado Como uma divindade Aredvi Sura Anahita têm enorme significado para a religião Zoroastrista, pois como representante de Aban ("the waters"), ela é de facto a divindade para quem o serviço Yasna - o acto primario do culto - é direcionado."Até este dia a reverencia para a água está profundamente enraizada nos Zoroastrianos e ofertas da comunidade ortodoxa são feitas regularmente no poço da familia ou riacho proximo"[44][ε] É "bastante provavel"[17] que o santuário de Bibi Shahrbanu na real Ray (Rhagae, Medea central) fui uma vez dedicado a Anahita.[17][ρ] Da mesma forma, um dos "mais amados santuários na montanha dos Zoroastrianos de Yazd, ao lado de uma fonte viva e grande confluencia de cursos de agua, é devoto a Banu-Pars, "a Senhora da Persia"."[45][46] No entanto, e apesar da vasta popularidade de Anahita, "é duvidoso que a tendencia atual de que quase todas as figuras de arte Sassânida isoladas, quer sentadas, em pé, a dançar, vestidas, semi-nuas, sejam saudades como uma representação sua."[46][47] O culto Armenio de Anahit, assim como a religião pre-Cristã Armena em geral, estava ligada muito intimamente com o Zoroastrismo Persa[48] Na Armenia atual, é lembrado como do património histórico mitológico da naçãom e o nome Anahid é um nome feminino popular. Em 1997, o Banco Central da Armenia emitiu uma moeda de ouro comemorativa com uma imagem da divindade Anahit no anverso. [editar]Ver também Airyanem Vaejah, primeira terra mitologica criada por Aúra-Masda e o meio do mundo que repousa sobre Elevado Hara. Amu Dária, identificado[49] como o rio do mundo que desce do Elevado Hara. [editar]Referências [editar]Notas a ^ Boyce (1982:29-31) propõe que houve outrora uma divindade Perso-elamita chamada* Anahiti(como ela reconstrói a partir da tradução Grega de Anaitis, sendo de outra forma não testado no Persa Antigo[3]) que era um análogo de Semita Ishtar–Inanna. "Que o conceito (de *Anahiti) deve muito a a Ishtar foi primeiramente sugerido por H. Gressman, Archiv f. Religionswissenschaft XX, 1920, 35ff., 323ff."[50] Uma herança de Ishtar é também suportada por Cumont[51] e Lommel.[52] Para uma rejeição de algumas das numerosas outras identificações (Atargatis, Anat, etc.) como historicamente distintas, vê Meyer.[53] ß ^ De acordo com a teoria de Boyce (ver nota acima), "o problema de como oferecer veneração a divindade desconhecida a Avesta foi resolvido por assimilar *Anāhiti a *Harahvaitī Arədvī Sūrā Anāhitā, cujo terceiro epíteto era muito próximo com o nome de uma divindade ocidental, e de fato pode já no final do Persa Antigo ter-se tornado idêntica a ela, através da queda da vogal final na fala comum." [19] Na antiguidade, "para invocar uma divindade corretamente, era essencial saber o seu nome próprio" e quando as pessoas "veneravam deuses para além dos seus, eles os invocariam pelos seus nomes originais."[54] γ ^ Persis é o nome Grego para o grupo étnico de pessoas de Pars (mais propriamente Pérsia). Heródoto, nasceu e foi criado em Lídia (então um AquemênidaSátrapa) e, portanto, bastante ciente das diferenças entre os vários grupos étnicos (Persis, Medes etc.) Heródoto relatou sobre os costumes enquanto os observava na região da Ásia-Menor;ele não visitou Parsa. δ ^ Apesar da hipótese de Taqizadeh não ser suportada à luz da natureza arcaica dos núcleos Gathas de Yasht 5 (vê No Avesta, em cima), não valeu de nada que Artaxerxes I (r. 465-424 aC) muda-se a sua capital de Susa para a Babilónia, até onde iria permanecer até Artaxerxes II move-la de volta em 395 aC. Darius II era metade Babilónio e morreu na Babilónia. O filho de Darius e seu sucessor, Artaxerxers II também tinha uma mãe da Babilónia, Parisátide, que era bastante influente tanto com Darius como com seus filhos (o outro sendo Ciro, o Jovem). Widengren tê uma hipótese similar, mas toma lugar no período Proto-Avestan. Na sua opinião,[55] Anahita é Nahaithya, a Avestan daeva que Widengren também sugere ser aparentada com Nasatya. ε ^ Embora um pudesse(polemicamente) dizer que os Zoroastristas eram adoradores do fogo, seria também razoável chama-los adoradores da água.[56][57] ζ ^ Boyce concorda: "Linguisticamente, o hino Aredvi Sura parece mais velho que (O hino Gathas de) Asi."[1] "Foi presumivelmente depois de Artaxerxes II que os versos descrevem uma estatua do templo" foram incorporados em Yasht 5.[21] η ^ O conto de Beroso data de ca. 285 aC, Artaxerxes II morreu em 358 aC. θ ^ 'Mnemon' é um epiteto Grego, aproximadamente traduzido por 'o consciente', mas é ele próprio uma má tradução de Vohu Manah, o Amesha Spenta de 'Boa Mente' ou 'Bom Propósito'.[58] λ ^ Vê também: Karl Wilhelm Ludwig Müller - Fragmenta Historicorum Graecorum, 16 µ ^ "Artemis é uma das identificações Gregas de Anahid."[21] Isidoro de Cárax (Mansiones Parthicae 1) também fala de "a cidade de Besechana" (Piruz-sabur, Parthian Msyk, ou Massice por Pliny) "em qual está um templo de Atargatis", que Boyce, citando Chaumont, declara ser o templo de Anahita em Beonan.[33] Atargatis é contudo uma deusa Levantina e, apesar de ser também associada com a água e o planeta Vénus, tinha um culto que é historicamente distinto do de Anahita.[53] ν ^ "É possível (na ausência de uma prova contemporânea Iraniana) saber os limites do que é implicada aqui- se, isto é, era requerido que todas as sacerdotisas de Anahita fossem castas para a vida, ou apenas algumas entre elas. O celibato não é em geral um estado respeitado pelos Zoroastrianos, ou visto por eles como meritório."[59] π ^ Ecbatana "diz-se que excedeu em muito todas as outras cidades na riqueza e magnificência dos seus edifícios" (Políbio, Histories 10.27.5). A cidadela supostamente tinha uma circunferência de 7 stades (ca. 1,300 m; 1,400 yd) e feita de madeira de cedro e cipreste. ""As vigas, os compartimentos do teto e as colunas nos pórticos e colunatas eram revestida com prata ou ouro, e todas as telhas eram de prata" (10.27.10-11). ρ ^ Em 1948, persa estudioso Abd al-Husayn Nava'i dirigiu a lenda Shahrbanu e sugeriu que deve ter havido um santuário Zoroastriano em Ray, cuja santidade atraiu a lenda.[60] O santuário, a que a lenda atribui à filha mais velha de Yazdegerd III, continua a ser um local de peregrinação (somente por mulheres, através de uma concessão por descendentes masculinos de Maomé), mesmo em tempos islâmicos. [60] Boyce sugere que o santuário pode ser ainda mais velho do que o período Sassânida, datando, talvez, para o período helenístico Pártiano. [21] σ ^ "como Acilisene, foi sem dúvidas o territorio de um templo dedicado a Anahita mas por outro deconhecido."[33] φ ^ De acordo com Boyce, Tiur é o Mesopotâmio Nabu-*Tiri fundido com Avestan Tishtrya. [61] Em tempos Helénicos (Selêucida e Pártia) Tiur era associado com Pítian Apollo, patrono de Delfos. ψ ^ Diz-se que o leão de pedra de Hamadã fez parte do plano de Alexandre para construir um monumento a Heféstion Ω ^ ^ Plutarco confia em fontes mais antigas, provavelmente "muitas vezes imprecisas"[62] Ctesias

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

altar a santa sara kali e oraciones

ALTAR VIRTUAL DE SANTA SARA DE KALI Por favor, respire fundo e aquiete seus pensamentos. "Que Santa Sara ilumine seus caminhos" REPITA A ORAÇÃO QUE ALGUÉM ESTARÁ ORANDO POR VOCÊ. Sara, Sara, Sara foste escrava de José de Arimatéia, no mar foste abandonada, te peço "paz e amor ao meu coração" (fazer o pedido). Teus milagres no mar sucederam e como santa te tornastes, a beira do mar chegastes e os ciganos te acolheram. Sara, Rainha, Mãe dos Ciganos que te consagram como tua protetora e mãe vinda das águas. Sara, mãe dos aflitos, a ti imploro proteção para meu corpo, luz para que meus olhos enxerguem no escuro, luz para meu espírito e amor para todos meus irmãos. Aos pés da Mãe Santíssima, tu, Sara, me colocarás e a todos que me cercam para que possamos vencer as provações terrenas. Sara, Sara, Sara não sentireis dores nem tremores. Espíritos perdidos não me encontrarão e assim como conseguistes o milagre do mar, a todos que me desejarem mal, tu, com as águas me fará vencer (beber três goles d´água). Amai-nos Sara, para que eu possa ajudar a todos que me procurem. Ajudados pelos teus poderes serei alegre e compreensiva(o) com todos que me cercam. Corre no céu, corre na terra, corre no mundo e Sara, Sara, Sara estará sempre a minha frente, sempre atrás, do lado esquerdo, do lado direito. E assim, dizemos que somos protegidos por Sara que nos ensinará a caminhar e perdoar. (Reze três ave-marias, sendo a primeira para Santa Sara, a segunda para os ciganos e a terceira para você). Estou rodeada pela Luz de Deus. Estou envolta pelo Amor de Deus.Estou protegida pelo Poder de Deus. Onde eu estiver, Deus estará. Bom Deus, permita que minhas mãos sejam sempre mãos que curam, que através delas Sua Vida possa irradiar para diminuir a dor, para renovar a paz e para curar sempre o que é necessário. Bom Deus, permita que minhas mãos irradiem a essência do Seu amor dando conforto e alegria. Ofereço minhas mãos como um canal para que as use como Seus instrumentos de cura." ORAÇÃO AO ARCANJO RAFAEL PARA LIBERTAR VÍCIOS Querido irmão, querida irmã, Por alguns minutos... ANTIGA E MÁGICA ORAÇÃO AO ANJO GUARDIÃO PROTEÇÃO Deus, nosso Pai, justiça e bondade. Ritual da Prosperidade - Anjo Cassiel- SÁBADO Palavra dos anjos para afastar a negatividade O que ou quem são os anjos, e porque eles responde... "ORAÇÃO PARA CONSEGUIR A ASCENSÃO E SE LIVRAR DA D... PRECE DE HARMONIA, OTIMISMO E BOA VONTADE. BENÇÃO ESPECIAL. UM DIA NO CÉU ORAÇÃO PARA A PROTEÇÃO E UNIÃO DA FAMÍLIA Uma casa limpa, uma alma limpa... Vamos fazer uma ponte de luz pelos nossos irmãos... Como montar um Altar PRECE PELA FAMÍLIA---Que essa prece possa ser leva... Meditação Angelical AMIZADE NÃO SE VENDE NEM COMPRA, SE CONQUISTA! Vidas Passadas Como aproximar-se do seu Anjo da Guarda ANJO DA GUARDA PAI DE VERDADE VELA VIRTUAL DOS ANJOS Oração ao Anjo de Guarda Meu companheiro de to... PRECE ESPECIAL PARA OS DOENTES APELO DE CURA ATRAVÉS DO ARCANJO MIGUEL PRECE AO ANJO DA GUARDA MÃOS FORTES E LIMPAS Neste altar virtual dos anjos faça sua oração em... Ritual para limpar seu coração e mudar sua vida ... Anjo do Amor Há um Anjo que se apresenta com su... Prece por Luz. ORAÇÃO O INÍCIO DO MÊS Anjo Conselheiro Celestial... Qual é o teor da sua energia? A mediunidade faz ... Hoje quero falar sobre as instituições kármicas.... SALMO 91 1 O Senhor habita sobre a proteção do Al... DEIXE SEU NOME E MENTALIZE SEU ANJO. *No momento ... "Que a luz deste anjo entre em sua vida lhe dand... ORAÇÃO ANJO DA GUARDA Anjo de Luz, Guardião de ...

anjo da guarda como montar um altar

http://www.aluzdotaro.page.tl/Anjo-da-Guarda.htm http://anjosmensagensdeluz.blogspot.com.es/2009/08/como-montar-um-altar.html Um altar é algo bem pessoal. Deve colocar o que significa religiosidade para você, tipo: Bíblia, cristais, santo, divindade, anjo, entidade com quem você se identifica etc. O importante num altar é que mantenha sempre os 4 elementos, cada qual em seu ponto cardeal para manter a energia harmonizada. ELEMENTO ÁGUA = Copo ou taça com água (trocar diariamente jogando em planta) Oeste – Elementais: Ondinas e Ondins - (Arcanjo Gabriel) ELEMENTO TERRA = Cristal (drusa branca) ou uma planta ou ambos. Norte – Elementais: Gnomos e Fadas – (Arcanjo Uriel) ELEMENTO FOGO = Vela ou lamparina Sul – Elementais: Salamandras – (Arcanjo Miguel) ELEMENTOS AR = INCENSO (Escolha do seu gosto) Leste – Elementais: Silfos e Sílfides – (Arcanjo Raphael) Quando montar o altar escolha, de preferência, o primeiro dia da Lua Nova. Fazer uma oração de sua preferência antes de começar, montar o altar e depois dele montado, acender a vela e fazer a afirmação. AFIRMAÇÃO EM VOZ ALTA. Em sintonia com as forças da natureza e de toda a criação, em nome da Bondade e do Amor Universal, peço a consagração deste ALTAR em nome da Sabedoria e da Justiça Divina e que tudo seja feito a favor do Bem e da Evolução Espiritual. Forças do Bem, Espíritos de Luz e Amor Universal que de agora em diante estejam em sintonia comigo e com este meu altar no caminho do Bem, da Verdade, da Harmonia, da Luz e do Amor Incondicional. Assim é, e assim será sempre! (repetir 3 vezes esta frase). PROTEÇÃO COM ARCANJO MIGUEL Arcanjo Miguel a frente, Arcanjo Miguel atrás, Arcanjo Miguel a direita, Arcanjo Miguel a esquerda, Arcanjo Miguel acima, arcanjo Miguel abaixo. Está feito e está selado ___________________________________________ Ao entrar que venha com os anjos...ao sair que os anjos lhe acompanhe! A IMAGEM DE ARCANJO MIGUEL QUE AQUI SE ENCONTRAVA FOI RETIRADA POR MIM A PEDIDO DE UMA PESSOA QUE ENVIOU POR E-MAIL O SEGUINTE COMENTÁRIO: Esta gravura com um anjo branco (Miguel Arcanjo) matando um demônio negro foi descabida. Sou negra e acho a gravura ofensiva. Vocês podem retirá-la por favor? RESPEITANDO A SOLICITAÇÃO, INFELISMENTE FOI RETIRADA DO BLOG A IMAGEM DE ARCANJO MIGUEL. PAZ E LUZ!